2025-4-01
A SonicWall reforça presença com novas soluções de segurança na cloud e aposta na certificação nacional
A SonicWall registou um crescimento de 11% na sua faturação em Portugal e Espanha no último ano fiscal, o que, de acordo com a ChannelPartner, consolida uma expansão acumulada superior a 60% desde 2018. A evolução deve-se à incorporação de mais de dois mil Parceiros ativo na região, numa estratégia que reforça a aposta em serviços geridos e soluções de segurança em cloud. A tendência do mercado tem favorecido a adoção de serviços geridos de segurança, que registaram um aumento de 68% na procura. As soluções de acesso remoto baseadas em Zero Trust e a plataforma Cloud Secure Edge cresceram 70% em adoção, refletindo uma transformação na abordagem das organizações à proteção das suas redes. O crescimento da SonicWall também se traduziu numa expansão do seu ecossistema global, que agora conta com mais de 17 mil profissionais. A empresa tem reforçado o seu foco nos fornecedores geridos (MSP) e nos fornecedores de serviços de segurança gerida (MSSP), alinhando-se às novas exigências do mercado. O fortalecimento do Canal de Parceiros tem sido uma das principais apostas, refletindo-se num aumento de 91% no número de fornecedores de serviços aderentes ao Programa de Canal. Entre as novidades tecnológicas, destaca-se a introdução do MXDR, um sistema de deteção e resposta gerido e alargado, agora disponível para Parceiros na Península Ibérica. A solução permite que as pequenas e médias empresas externalizem a monitorização de ameaças sem comprometer a capacidade de resposta, o que aumenta a resiliência a ciberataques. A empresa também implementou modelos de assinaturas flexíveis, ajustáveis às necessidades operacionais dos MSP, permitindo a adoção de novas tecnologias sem acrescentar complexidade administrativa. A certificação do Centro Criptológico Nacional (CCN) para os dispositivos de Geração 7 foi outro avanço relevante, garantindo conformidade com o Esquema Nacional de Segurança. Este reconhecimento facilita a adoção destas tecnologias por entidades públicas e empresas sujeitas a regulamentação mais rigorosa de proteção de dados. |